quinta-feira, 22 de maio de 2008

Considerações



Se empresa vende o serviços como Banda Larga, a banda não deveria ser estreita. Na Wikipedia para um tipo de conexão ser considerado como Banda Larga deve garantir taxas superiores a 56kbps, mas a empresa argumenta das vantagens da mobilidade, mas acredito que a qualidade deve ser “fixa”.

O Produto que eu comprei estava sendo anunciado como Banda Larga 3G 500kpbs, mas por falta de implantação da rede 3G em minha cidade, iria usar a tecnologia EDGE (expectativa de conexões na média dos 150kbps), como previsão futura de disponibilização do HSDPA (3G).

A Empresa por ter vendido um serviço em uma cidade na qual ela tem concessão, tem que garantir o acesso com qualidade ao serviço contratado (Ou devo apenas pagar e não usar?). Não estou tentando utilizar os serviços da Claro dentro de uma Aldeia Indígena no meio da Amazônia, estou na Região Metropolitana de Campinas.



Nas peças de divulgação da empresa é mostrado um executivo usando a internet para operar no mercado financeiro, bem no meu caso não consigo nem acessar o site da minha corretora para ver como estão os meus investimentos e muito menos trabalhar. O engraçado foi no meu último atendimento em que fui orientado a entrar no Site da Claro, e como faria sem Internet? É para rir, uma empresa assim não é séria. Antes de oferecer o 3G, a empresa poderia fazer funcionar o 2G, garantindo o funcionamento da rede, o que deixa a entender que a infra-estrutura da empresa é sub-dimensionada, com aparentes problemas. Estou prevendo uma grande migração de clientes com contratos expirados para a concorrência após a implantação da portabilidade numérica, caso a empresa continue com esta péssima postura, falta de investimentos e manutenção.

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